Finanças destacam período de crescimento mais sustentável das últimas décadas

O ministério das Finanças reagiu de forma positiva aos dados publicados, esta segunda-feira, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O gabinete estatístico reviu em baixa o défice orçamental de 2018, de 0,5% para 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB). “Estes resultados de melhoria da situação externa da economia são de uma importância vital para a sustentabilidade da economia portuguesa”, afirma o ministério tutelado por Mário Centeno, em nota de imprensa.
“Isto acontece num contexto do maior crescimento do investimento das duas últimas décadas. O aumento do investimento, que quase duplicou em 2019 face ao período de crise económica, está associado à importação de bens de capital, que justificam dois terços da aceleração das importações nos últimos semestres.”
O ministério afirma que o “ciclo virtuoso” de reequilíbrio externo não foi interrompido, antes pelo contrário, “apresenta características saudáveis para o crescimento futuro da economia portuguesa.”
No que diz respeito ao peso dos impostos na economia, que caiu, as Finanças indicam que o valor vai ao encontro de outras análises sobre o esforço fiscal, “tal como a do Banco de Portugal, que mostra uma redução do esforço fiscal por via de medidas legislativas de 0,5 p.p. do PIB potencial.”
“Com os dados preliminares de 2018, o peso dos impostos ter-se-á situado em 25,3% do PIB, uma revisão em baixa de 0,4 p.p. face à anterior estimativa (25,7%). No entanto, face às sucessivas revisões das contas nacionais, a leitura deste número pode vir a sofrer alterações devendo ser interpretada com cautela.”

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